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Presa no 8/1, estudante de medicina da USP quebra tornozeleira e está foragida

Filha de um militar do Exército, a estudante de medicina está em sua segunda graduação e retornou a Fortaleza sob algumas condições

Publicada em 03/04/25 às 18:06h - 10 visualizações

DCM


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Presa no 8/1, estudante de medicina da USP quebra tornozeleira e está foragida
 (Foto: Reprodução)

A estudante Roberta Jersyka Oliveira Brasil Soares, que cursava medicina na Universidade de São Paulo (USP) quando foi presa durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, agora é considerada foragida após violar as condições de sua liberdade provisória.

Documentos judiciais obtidos pelo site Metrópoles revelam que a acusada quebrou a tornozeleira eletrônica que utilizava em maio de 2024 e deixou de comparecer às audiências obrigatórias na Justiça do Ceará, descumprimentos que persistem até o momento atual.

Segundo a Coordenadoria de Monitoração Eletrônica de Pessoas (COMEP), o equipamento foi rompido no dia 25 de maio de 2024, às 08h04. A situação, porém, só foi comunicada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em março deste ano, com um ofício que destacava a persistência do “descumprimento injustificado” das obrigações judiciais.

Roberta Jersyka, de 37 anos e natural de Fortaleza, havia obtido liberdade provisória em agosto de 2023 após ser presa no plenário da Câmara dos Deputados, onde foi filmada pelas câmeras de segurança ajoelhada e rezando durante os atos que invadiram as sedes dos Três Poderes.

Roberta Jersyka publicou fotos exibindo sua tornozeleira eletrônica. Foto: reprodução

Filha de um militar do Exército, a estudante de medicina está em sua segunda graduação e retornou a Fortaleza sob algumas condições: uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, proibição de acessar redes sociais, restrição de circulação noturna, vedação a viagens internacionais e interdição de contato com outros investigados.

Em vídeo gravado após sua liberação, Roberta chegou a exibir publicamente a tornozeleira, mas menos de um ano depois já havia rompido o dispositivo e deixado de cumprir com suas obrigações perante a Justiça.




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