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A medicina e a "bolsonapatia" dos últimos tempos no Brasil, por Miguel Dias Pinheiro

Loucuras bolsonaristas que beiram debilidade mental

Publicada em 31/03/25 às 14:33h - 15 visualizações

por Miguel Dias Pinheiro, advogado


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A medicina e a
 (Foto: Arquivo Pessoal/advogado Miguel Dias Pinheiro)
Após a repercussão dos artigos "O bolsonarismo, a dissonância cognitiva e a cadeia para Bolsonaro e Pandemia da saúde mental com o bolsonarismo, leitores(as) enviaram-me e-mails sugerindo um aprofundamento das questões científicas que envolvem desequilíbrios das pessoas no apoio a Jair Bolsonaro, respeitadas as devidas exceções.

Antes de tudo, é necessário fazer-se uma diferença entre "dissonância cognitiva" e "debilidade mental", no campo da saúde mental das pessoas.

A dissonância cognitiva se refere a um mal-estar provocado por um conflito entre o que uma pessoa pensa, o que sente e o que faz. É o caso da pessoa que se vê como honesta, mas se pega mentindo para não ter que dar maiores explicações. Em suma, é uma distorção da realidade. A debilidade mental, cientificamente,  é apresentada por certos cientistas como um arranjo psicótico; por outros, como uma organização próxima à perversão. Em ambos os casos a pessoa, com o tempo, começa a cultivar a perversidade.

Na prática, podemos identificar inúmeros casos de "loucuras" bolsonaristas que identificam "dissonância cognitiva", a seguir:

1) rezar e orar para um pneu de caminhão buscando Bolsonaro continuar no poder;
2) colocar o celular na horizontal cabeça buscando que Deus entre para defender Bolsonaro;
3) tratar o ex-presidente como "mito", comparando-o a Jesus Cristo como um "enviado de Deus";
4) a senhora que chega ao açougue e é informada pelo açougueiro que o preço da carne baixou; ela responde que não vai comprar, porque prefere pagar mais caro;
5) o governo reajusta e aumenta bolsas de estudo; reajusta salário; o desemprego cai; mas, bolsonaristas são contra;
6) o Estado de Israel matou milhares pessoas, inclusive crianças; à bala, por explosões a bomba e de fome; o bolsonarismo deseja que ocorra no Brasil, desde que não seja com ele.

São inúmeras situações que denunciam, à saciedade, um comportamento característico de "dissonância cognitiva", beirando a debilidade mental, em seus justificáveis limites.

O Focus Brasil, em uma de suas várias publicações, trata o bolsonarismo com uma doença. "Como um câncer, a extrema-direita segue contaminando a sociedade brasileira com seu discurso de ódio, sua aversão à democracia e à vontade popular".

A título de realçar a questão, Philipp Lichterbeck, especialista em temas da América Latina, em certa oportunidade, apontou os cinco pilares do bolsonarismo, a saber:

1. Militarização - Militares assumindo cada vez mais tarefas civis;
2. Bolsonaro como executor da vontade do povo;
3. Messianismo - o bolsonarismo tem um componente pseudo-religioso, expresso no culto de Bolsonaro como o Messias do Brasil;
4. Hostilidade à ciência - a pseudo-religiosidade do bolsonarismo é acompanhada por uma hostilidade à ciência e à razão;
5. Anticomunismo - Bolsonaro induzindo o povo dele a se opor ao socialismo, para defender o capital, os ricos.

Para o bolsonarismo, segundo os cientistas, pouco importa que essa gente esteja ou não com a razão, esteja ou não alheia à realidade. E tudo beira, de certa forma, debilidade mental, até mesmo acima de uma dissonância cognitiva.

O que explica, do ponto de vista da psicologia e da psiquiatria, o tipo de comportamento bolsonarista? O que o leva o bolsonarismo a acreditar em profecias e em informações que não têm sustentáculo na realidade? O psiquiatra e professor da Unicamp, Paulo Dalgalarrondo, explica: "há uma substituição do pensamento crítico por um raciocínio falso, reforçado com mais vigor, na atualidade, pela circulação de informações inverídicas".

Segundo Valdemar Augusto Angerami, psicoterapeuta existencial, autor de livros publicados em psicologia no Brasil e adotados nas principais universidades da América Latina e da Europa, assegura que a Medicina já identificou a "bolsonapatia", doença que tomou conta do Brasil nos últimos tempos com características patológicas de ódio aos pobres, homofóbica, de misógina e de desrespeito aos valores básicos de direitos humanos.

Estudo desenvolvido pelo psiquiatra forense Guido Palomba aponta em Jair Bolsonaro sinais de desvio de personalidade, traços de "condutopata" que, ao fim e ao cabo, transfere-se ao bolsonarismo com muita força e com características para se identificar um diagnóstico de "transtorno mental", formando pessoas com perfil “ególatra", que só pensam em si mesmas, sem remorso, distribuindo na sociedade indivíduos que jamais se arrependem do que fazem.



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